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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

POEMA AO GUERREIRO

Para Ernesto "Che" Guevara


Toxina capitalista
caindo no precipício
de uma garganta profunda.


Ente revolucionário
morrendo à beira do mangue
de susto, de bala e vício.


No fim, apenas o início
de uma alegria que inunda
e estanca o sangue na lama
enquanto a vida derrama.


Clóvis Campêlo
Recife, 1994

Um comentário:

Obrigado!!.D.O.C.